terça-feira, 31 de maio de 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011

receita de pêra embriagada



Ingredientes:

6 peras maduras mas rijinhas
100 gr de açucar em pó
2 paus de canela
1 casca de laranja (em raspas)
2 cravinhos
1 garrafa de vinho rosé

para o creme:

175 gr de chocolate preto
250 gr de mascarpone
2 colheres de sopa de licor de laranja


Preparação:

1) Descasque as peras deixando o "pézinho" da pêra intacto
2)Ponha o açucar, os paus de canela, a casca da laranja, os cravinhos e o vinho num tacho suficientemte grande para depois cozinhar as pêras.
3) Deixe cozinhar em lume brando até o açucar desaparecer todo e junte as pêras.
Quando o liquido começar a ferver, cubra e deixe cozinhar em lume brando durante 20 minutos aproximadamente.

Se pretender servir as pêras frias, deixe-as arrefecer no liquido em que foram cozinhadas e coloque-as em local fresco até servir.

Se pretendeservi-las quentes, deixe-as no liquido quente enquanto prepara o creme para acompanhar.

4) Para fazer o creme para acompanhar as pêras, derreta o chocolate.
Misture o mascarpone e o licor de laranja e junte ao chocolate derretido.

5) Retire as pêras du liquido e coloque-as separadamente no prato de servir.
Sirva ao lado de cada pêra a quantidade de uma colher de sopa bem cheia do creme anteriormente preparado, ou com o saco de pasteleiro faça uma "noisette" (uma dose com bico largo) e sirva o restante creme à parte.
http://www.petiscos.com/smf/index.php?topic=10027.0;prev_next=next
 
 
 
Fátima Oliveira
 

domingo, 22 de maio de 2011

Aquecimento Global

Boa tarde prof. Filipe Fonseca detectei erros ortográficos no trabalho, mando este devidamente corrigido.


Num setembro sereno, em  breve
Um continente flutuante desparecerá
Sob o sol da meia-noite


Os vapores elevam-se
Enquanto a febre se instala num mar ácido
Os ossos de Neptuno dissolvem-se


A neve escorrega pelas montanhas
O gelo faz nascer cheias durante uma estação inteira
E uma chuva intensa aparece em breve


Depois a lama instala-se
Encontrando o seu lugar na floresta
Para celebração dos relampagos


Criaturas deconhecidas
Ausentam-se, sem deixar rasto
E cavaleiros espoeiram as suas montadas


A paixão procura heróis e amigos 
O sino da cidade 
Ecoa nas colinas


O pastor grita
A hora da decisão chegou 
Eis as vossas ferramentas.


AL GORE,NASHVILLE,TENNESSEE,2009


CEPSA-22/05/2011
Carla Sá David

terça-feira, 17 de maio de 2011

Destuição da Humanidade

Num setembro sereno, em breve
um continente facilmente desaparecerá
sob o sol da meia-noite.

Os vapores elevam-se
enquanto a febre se instala num mar a'ciso
os ossos de neptuno dissolvem-se

A neve escorrega pelas montanhas
o gelo faz nascer cheias durante uma emenção inteira
e uma chuva intensa aparece em breve

Depois a lama instala-se enconmando o seu
lugar na floresta para celebração dos relampagos

Criaturas desconhecidas
ausentam-se,sem deixar rasto
cavaleiros esporeiam as suas montadas

A paixão procura herois e amigos

O sino da cidade
ecoa nas colinas

O pastor grita
a hora  da decisão chegou
eis as vossas ferramentas.

AL GORE, NASHVILLE,TENESSE,2009


Carla Camacho

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Introspeccionando

...Vamos sendo as máscaras que encenamos, enquanto nos procuramos ou não nos queremos encontrar.
                                                                                                                                                                             
                                                                                                                                                                             Francisco Macedo

Uma frase de encoragamento

A força não advém de nenhuma capacidade física, mas sim da nossa vontade de viver.
                                                                                                                      Ghandi
( Postado por Maria Luísa Bernardes)

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Antes que Seja Tarde
Amigo,
tu que choras uma angústia qualquer
e falas de coisas mansas como o luar
e paradas
como as águas de um lago adormecido,
acorda!
Deixa de vez
as margens do regato solitário
onde te miras
como se fosses a tua namorada.
Abandona o jardim sem flores
desse país inventado
onde tu és o único habitante.
Deixa os desejos sem rumo
de barco ao deus-dará
e esse ar de renúncia
às coisas do mundo.
Acorda, amigo,
liberta-te dessa paz podre de milagre



que existe
apenas na tua imaginação.
Abre os olhos e olha,
abre os braços e luta!
Amigo,
antes da morte vir
nasce de vez para a vida.

de Manuel da Fonseca


Deolinda pinto